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	<title>Sexestima - Sexologia e Terapia de Casal</title>
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	<description>Tratamento de disfunções sexuais como disfunção erétil, ejaculação precoce, vaginismo, dor na penetração e problemas do desejo feminino. Tratamento de casais com problemas relacionais e em separação</description>
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		<title>Dia Internacional do Combate a Homofobia</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:38:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica Sexestima Sexologia e Terapia de Casal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você Sabia]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que&#8230; Hoje, 17/05 é o Dia Internacional do Combate a Homofobia? Nós da Clínica Sexestima apoiamos pois existem dados de que no Brasil morre um homossexual a cada 36 horas vítima de preconceito. Vamos acabar com isso!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que&#8230;</p>
<p>Hoje, 17/05 é o Dia Internacional do Combate a Homofobia? Nós da Clínica Sexestima apoiamos pois existem dados de que no Brasil morre um homossexual a cada 36 horas vítima de preconceito. Vamos acabar com isso!</p>
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		<title>Repudiamos o tratamento ou cura da homossexualidade</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica Sexestima Sexologia e Terapia de Casal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em nota aos conselhos federal e regionais de psicologia, nós da Clínica Sexestima repudiamos o tratamento ou cura da homossexualidade, viso que não consideramos a mesma uma doença, disfunção, transtorno ou desvio. Acreditamos que a homossexualidade nada mais é que diferente de heterossexualidade. Preconceito e falta de informação são o câncer da nossa subjetividade social!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em nota aos conselhos federal e regionais de psicologia, nós da Clínica Sexestima repudiamos o tratamento ou cura da homossexualidade, viso que não consideramos a mesma uma doença, disfunção, transtorno ou desvio. Acreditamos que a homossexualidade nada mais é que diferente de heterossexualidade. Preconceito e falta de informação são o câncer da nossa subjetividade social!</p>
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		<title>Tratamento de disfunções sexuais para homossexuais</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica Sexestima Sexologia e Terapia de Casal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você Sabia]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que&#8230; A Clínica Sexestima também oferece tratamentos para disfunções sexuais como disfunção erétil, ejaculação precoce, problemas de desejo e orgasmo para homossexuais femininas ou masculinos? Venha conferir! Agende uma consulta!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que&#8230;</p>
<p>A Clínica Sexestima também oferece tratamentos para disfunções sexuais como disfunção erétil, ejaculação precoce, problemas de desejo e orgasmo para homossexuais femininas ou masculinos? Venha conferir! Agende uma consulta!</p>
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		<title>Marcha das Vadias 2012</title>
		<link>http://www.sexestima.com.br/350/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica Sexestima Sexologia e Terapia de Casal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcha das Vadias: ousadia e irreverência na luta pelo respeito às mulheres Pelo segundo ano, acontece em Belo Horizonte a Marcha das Vadias, um manifesto pacífico e bem humorado que expõe a violência contra as mulheres. Está agendada para o dia 26 de maio a segunda edição da Marcha das Vadias, em Belo Horizonte. Este ano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Marcha das Vadias: ousadia e irreverência na luta pelo respeito às mulheres</strong></h3>
<div>
<div><em>Pelo segundo ano, acontece em Belo Horizonte a Marcha das Vadias, </em><em>um manifesto pacífico e bem humorado que expõe a violência contra as mulheres.</em></div>
<div></div>
<div>Está agendada para o dia 26 de maio a segunda edição da Marcha das Vadias, em Belo Horizonte.<br />
Este ano, o evento que já teve diferentes versões em inúmeras cidades do mundo acontecerá em várias cidades brasileiras num mesmo período, entre 26 de maio e 02 de junho.</div>
<div>O movimento teve origem em Toronto, no Canadá quando um policial aconselhou às mulheres que evitassem se vestir como “vadias” a fim de evitar a violência sexual. A infeliz declaração motivou um grupo de feministas a saírem às ruas vestidas como “vadias”, com o propósito de chamar a atenção da sociedade para a lógica presente na declaração do policial: a de culpar a vítima pela agressão sofrida.</div>
<div>Para a atriz <a href="http://twitter.com/umadeboravieira">DéboraVieira</a>, uma das articuladoras da Marcha das Vadias em Belo Horizonte, “diferentemente do que acontece com os homens, mulheres usando roupas curtas estão mais vulneráveis ao assédio, um condicionamento sócio-cultural que se manifesta não apenas nas ruas, mas também na estrutura de nossas instituições. É comum que policiais, advogados ou até mesmo juízes façam referência às roupas que uma mulher costuma usar para justificar a atitude de um agressor.” Segundo ela, trata-se de um comportamento aparentemente inofensivo, mas que se apresenta como um reflexo de uma lógica distorcida que prefere julgar a vítima, e não o agressor.</div>
<div></div>
<div><a href="http://twitter.com/adriana_torres"><br />
Adriana Torres</a>, voluntária do Movimento Nossa BH e uma das participantes da Marcha, aponta como fator crucial para a quebra desses paradigmas a aceitação do machismo presente na sociedade: “Vivemos em um país onde poucos assumem ou reconhecem a cultura machista que nos orienta diariamente. Para muitos, uma mulher é “estuprável” por conta de sua conduta, em vez de perceberem que a cultura patriarcal é que cria possíveis estupradores. Isso é inaceitável!”.Para muitas participantes, a Marcha coloca em pauta diversas questões importantes à luta pelo respeito às mulheres, ao levantar a bandeira do direito ao próprio corpo, ao livre exercício da sexualidade e à desconstrução de estigmas culturalmente construídos e disseminados, como por exemplo a classificação que o senso comum alimenta ao dividir as mulheres entre santas (as “moças de família”, dignas de respeito e aptas ao casamento) e as putas (as “vadias”, mulheres que não seriam “bem comportadas”, por isso, não mereceriam ser respeitadas). Para <a href="http://twitter.com/renatalima91">Renata Oliveira Lima</a>, Delegada de Polícia Civil, também articuladora da Marcha, essa dicotomia interfere muito no comportamento de vítimas de crimes sexuais. Segundo ela, a taxa de subnotificação nesses casos é a maior dentre todos os tipos de crime, uma vez que a vítima sabe que a partir do momento em que fizer a denúncia, sua conduta será alvo de todo tipo de julgamentos, e que virão à tona eventos de seu passado que sequer têm relação com o crime de que foi vítima. Assim, por não se sentir digna de respeito e proteção, muitas vezes a vítima se sente culpada, e busca, de forma inconsciente, justificar a atitude do agressor – que na maioria das vezes é alguém próximo, de sua confiança.</div>
<div>Buscando ampliar as parcerias que contribuíram para a ampla repercussão do evento no ano passado, as articuladoras da marcha voltaram a contactar integrantes de diversos grupos de discussão sobre questões de gênero, representantes das prostitutas de Belo Horizonte, além de representantes do poder público.</div>
<div>A expectativa é que o numero de presentes na marcha supere o do ano passado, que foi de cerca de 500 pessoas. Para aderir á Marcha não é obrigatório o uso de roupas curtas. Homens e mulheres estão convidados, e devem se vestir da forma como se sentirem mais confortáveis. “A ideia é justamente esta: que as pessoas sejam livres para vestir o que bem entenderem”, lembra Débora.</div>
<div align="center"></div>
<div align="center"><strong>ATIVISMO E PERFORMATIVIDADE</strong></div>
<div></div>
<div>Entre as ações já confirmadas está uma intervenção do Núcleo de Criação Arte e Ativismo Político do<a href="http://espanca.com/">GrupoEspanca!</a>, juntamente com o Coletivo <a href="http://onomedissoerua.wordpress.com/">Paisagens Poéticas</a> e vários outros artistas da cidade. A iniciativa vai se unir à Marcha com ações performáticas.</div>
<div>Para a artista e ativista Renata Cabral, integrante do Núcleo de Criação Arte e Ativismo Político e do Coletivo Paisagens Poéticas, a adesão à Marcha das Vadias se justifica pela legitimidade das reivindicações feministas:  &#8221;nossos corpos marginais lutam pela igualdade quando os direitos são negados e pela diversidade quando a padronização nos oprime”, declara.</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>
<hr />
</div>
<div><strong>Serviço</strong></div>
<div>Concentração: 26 de maio, 13.00h, na Praça da Rodoviária.</div>
<div>Saída às 14:00h em direção à Praça da Estação, passando pela Rua Guaicurus. Da Praça da Estação, a marcha sobe a rua da Bahia em direção à Praça da Liberdade.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Informações para imprensa, contatos para entrevistas e fotos em alta resolução: favor entrar em contato através do email <a href="mailto:slutwalkbh@gmail.com">slutwalkbh@gmail.com</a></div>
</div>
<div></div>
<div>Originalmente Publicado em: <a href="http://slutwalkbh.blogspot.com.br/p/sobre-marcha-das-vadias.html">http://slutwalkbh.blogspot.com.br/p/sobre-marcha-das-vadias.html</a></div>
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		<title>Homossexualidade X Religião</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica Sexestima Sexologia e Terapia de Casal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é possível que nos dias de hoje, em pleno século XXI ainda estejamos discutindo assuntos de extrema falta de categoria e mal gosto. A igreja deveria exercer o papel fundamental da caridade e não propagação dos pensamentos de meros humanos em nome de Deus. Começo escrevendo este artigo com um tom de revolta devido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sexestima.com.br/wp-content/uploads/2012/05/parada-gay-059.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-348" title="parada gay barcelona" src="http://www.sexestima.com.br/wp-content/uploads/2012/05/parada-gay-059-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Não é possível que nos dias de hoje, em pleno século XXI ainda estejamos discutindo assuntos de extrema falta de categoria e mal gosto. A igreja deveria exercer o papel fundamental da caridade e não propagação dos pensamentos de meros humanos em nome de Deus.</p>
<p>Começo escrevendo este artigo com um tom de revolta devido ao fato de que a bancada dos evangélicos no congresso nacional, juntamente com psicólogos despreparados, pouco profissionais e antiéticos retomaram um assunto que desde o final do século passado está banido dos consultórios. Tratar ou curar homossexuais como doentes ou portadores de distúrbios e disfunções é no mínimo retroceder o que toda uma comunidade (científica ou não) já sabe que é mentira. Enquanto não nos tornarmos mais inteligentes, os políticos, as igrejas, a mídia e todos os meios de manipulação em massa continuarão nos controlando e fazendo com que assuntos como esse se tornem cada vez mais polemizados e mistificados. Ainda que não se haja descoberto totalmente as raízes da homossexualidade, seja ela genética ou aprendida, não é um problema comportamental e não se trata como tal.</p>
<p>É importante que se diga que a palavra homossexualismo foi banida dos nossos vocabulários na qual o sufixo &#8220;ismo&#8221; trazia consigo um caráter de doença para a orientação sexual passando a ser chamada de homossexualidade pelo CID 10, DSM-IV, Conselhos regionais e federais de medicina e psicologia. Essas são maneiras de tentar diminuir o preconceito ou o conceito equivocado que as pessoas continuam a ter pelo próximo devido ao simples fato de serem diferentes do tradicional.</p>
<p>Não podemos deixar de expressar nossa vergonha ao ver profissionais em psicologia misturando religião com o trabalho assumindo um conflito ético em rede nacional sem nenhuma punição. Isso só atesta e reflete a estrutura desorganizada que nosso país anda passando. Enquanto não mudarmos a mentalidade cultural onde existe uma desvalorização indiscriminada e sem escrúpulos por cor de pele, orientação sexual, raça, credo ou qualquer diversidade que exista, continuaremos sendo roubados por políticos que não sabem o mal que fazem à sociedade que os filhos deles viverão. Mantendo nossa sociedade ignorante com salários baixos aos professores nos impedem de mudar e o conhecimento é a maior arma para uma revolução popular.</p>
<p>Homossexualidade não é crime, não é doença, não é distúrbio, não é transtorno e não é diferença; é igualdade, justiça honestidade e naturalidade! Não há o que tratar nem o que curar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Rodrigo Torres &#8211; Psicólogo e Sexólogo da Clínica Sexestima</p>
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		<title>Entrevista</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 01:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica Sexestima Sexologia e Terapia de Casal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sexólogo Rodrigo Torres concedeu a seguinte entrevista ao site Bolsa de Mulher: &#160; 1.      É fundamental que o clitóris e o ponto G sejam estimulados na transa para chegar ao orgasmo? O clitóris sim, o ponto G nem sempre é reconhecido pela comunidade científica como existente, alguns dizem que não e outros dizem que se encontra na parte anterior da vagina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Sexólogo Rodrigo Torres concedeu a seguinte entrevista ao site Bolsa de Mulher:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1.      É fundamental que o clitóris e o ponto G sejam estimulados na transa para chegar ao orgasmo?</p>
<p>O clitóris sim, o ponto G nem sempre é reconhecido pela comunidade científica como existente, alguns dizem que não e outros dizem que se encontra na parte anterior da vagina 3 centímetros da entrada da vagina. Prefiro trabalhar com a questão de que todas as zonas erógenas servem como estímulo para o orgasmo. Não podemos tratar deste assunto de maneira tão simplória, o prazer feminino é mais complexo e cada uma deve achar e aprender suas maneiras de sentir prazer. O estímulo do clitóris, que tem ramificações nervosas no canal vaginal serve como facilitador do orgasmo feminino, sendo uma região extremamente erógena e sensível a estímulos. As mulheres não devem se cobrar demais, mas sim aprender como funcionam e como funciona o próprio corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2.      O ângulo certo da penetração ajudará a estimular o ponto G? Explique, por favor.</p>
<p>Mulheres com maior conhecimento de si e seu próprio corpo costumam relatar que quando estimuladas de maneira correta sentem prazeres diferentes. Não acho que o ponto G deva ser buscado com tanta veemência. Conhecer a si mesma e aprender sobre suas formas de sentir prazer é mais importante que orgasmo e o ponto G. Quanto mais se preocupam com a procura, menos acham o prazer ideal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3.      Quais são as posições ideais para estimular o clitóris e o ponto G? Cite, por favor, 4 posições, explicando de que forma elas estimulam as regiões.</p>
<p>O Clitóris é um órgão sensível a estímulos sejam eles feitos com o dedo, a língua  ou o próprio contato da pélvis masculina no ato da penetração. Posições como o papai e mamãe facilitam o contato da pélvis do homem com o clitóris. A mulher de quatro facilita a estimulação manual do clitóris. O ideal é usar a criatividade e que a mulher se conhecendo pode ensinar ao homem onde tocar e como tocar, e definir qual posição facilita o seu prazer.</p>
<p>4.      Além da posição certa, para que o casal se sinta a vontade o que não pode esquecer de fazer na hora da transa para chegar ao orgasmo? Em primeiro lugar não existe posição certa, não é uma questão de certo e errado. Existem mulheres que sentem prazer de uma forma, outras de outra. As pessoas precisam de autoconhecimento, intimidade e menos cobrança, sexo é prazer e não combina com pressão!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Orgasmo</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 22:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica Sexestima Sexologia e Terapia de Casal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você Sabia]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que&#8230; &#8230; um terço das mulheres nunca teve orgasmo porque não sabe o que é? O orgasmo feminino é cheio de mitos e tabus e algumas mulheres não aprendem a sentir prazer e identificar quando tem um orgasmo. O aprendizado depende de consciência corporal e quebra de tabus. É importante lembrar que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que&#8230;</p>
<p>&#8230; um terço das mulheres nunca teve orgasmo porque não sabe o que é? O orgasmo feminino é cheio de mitos e tabus e algumas mulheres não <strong>aprendem a sentir prazer</strong> e identificar quando tem um orgasmo. O aprendizado depende de <strong>consciência corporal</strong> e quebra de tabus. É importante lembrar que o orgasmo é só uma pequena parte na imensidão do prazer da sexualidade!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais em <a title="Anorgasmia" href="http://www.sexestima.com.br/blog/anorgasmia/">Anorgasmia</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Frases</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 22:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica Sexestima Sexologia e Terapia de Casal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Você Sabia]]></category>

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		<description><![CDATA[“Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar&#8221;. Rubem Alves &#160; &#8220;A fantasia é a alquimia que transforma a mistura de ingredientes psíquicos no &#8220;ouro&#8221; da excitação sexual.&#8221; Sandra R. Leiblum &#160; &#8220;Amor não é só poesia e refrões. Amor é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar&#8221;. Rubem Alves</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A fantasia é a alquimia que transforma a mistura de ingredientes psíquicos no &#8220;ouro&#8221; da excitação sexual.&#8221; Sandra R. Leiblum</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Amor não é só poesia e refrões. Amor é RECONSTRUÇÃO. É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios.&#8221; Fernanda Mello</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;No processo terapêutico, vai se tomando consciência de que a esperança não é o ato de esperar sentado que algo aconteça; esperar é, antes de qualquer coisa, sair, ir à busca de, estimular e animar, colocar-se no movimento da vida&#8221;. Rosset.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Mas tudo na vida é escolha. E aprendizado. Cada um escreve à sua maneira e tem alguém por aí que pode ser capítulo. Ou introdução. Depende do espaço que você dá. E de como alguém vai escrever história em você.&#8221; Fernanda Mello</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro”. Clarice Lispector</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terapia Sexual e de Casal</title>
		<link>http://www.sexestima.com.br/artigo-terapia-de-casal/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 20:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica Sexestima Sexologia e Terapia de Casal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas considerações sobre a Terapia de Sexual e de Casal A maioria das sessões de terapia de casal se desenvolvem na busca por soluções de problemas relacionais, ou as vezes, até mesmo individuais. Um dos fatores mais decisivos que faz com que o casal busque uma terapia é a inabilidade de um dos parceiros em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas considerações sobre a <strong>Terapia de Sexual e de Casal</strong></p>
<p><a href="http://www.sexestima.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1241824_866510851.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-342" title="1241824_86651085" src="http://www.sexestima.com.br/wp-content/uploads/2011/12/1241824_866510851-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A maioria das sessões de terapia de casal se desenvolvem na busca por soluções de problemas relacionais, ou as vezes, até mesmo individuais. Um dos fatores mais decisivos que faz com que o casal busque uma terapia é a inabilidade de um dos parceiros em saber lidar com algumas questões do relacionamento que traz sérias conseqüências para a relação. Um bom exemplo é quando um dos parceiros possui um sentimento de inferioridade ou submissão ocasionados, ou não, pela disputa de poder entre o casal e por isso fala menos e é menos direto ao se expressar, se comportando de maneira mais tímida. Enquanto o outro, pode ser que fale mais e seja mais enfático adotando, na maioria das vezes, perfis um pouco mais agressivos e autoritários, além de sua voz ser mais alta e mais imponente.</p>
<p>A partir do momento que o terapeuta identifica essas maneiras de cada um funcionar na relação, (e ele o faz sem que nenhum dos parceiros fale sobre isso) a troca de papeis pode ser aplicada como técnica para que o casal entenda melhor como o outro se sente ao vivenciar a situação oposta: o mais tímido expressando-se adequadamente e o mais agressivo tornando-se mais flexível. Através da troca de papéis, é possível que um enxergue o outro tornando-se uma técnica poderosa e uma excelente ferramenta para que ambos passem a experimentar as sensações vividas no relacionamento. Neste caso, o terapeuta também pode demonstrar como o exercício funciona, tomando uma posição mais agressiva e mostrando a ambos qual é a imagem que se tem desse papel. Conseqüentemente, o casal se conscientiza de que ninguém deve ter um papel fixo na relação e que ambos podem permear entre o comando e entrega sem perderem características de sua personalidade e sem perder a autoridade.</p>
<p>Outro método utilizado na terapia de casal, com o objetivo de melhorar o relacionamento, é a<strong> Terapia por Contratos</strong>. Ela se baseia em investigar cuidadosamente áreas do relacionamento em que acontecem atritos e aceitações, a fim de entender qual dos parceiros e em qual hora deve dar para receber, ou ceder para obter. No intuito de melhorar a harmonia e a interação sexual entre os dois, a terapia por contratos instiga os parceiros a se comunicarem mais, a falarem mais de seus sentimentos um ao outro. Por exemplo cada parceiro pode sugerir tarefas simples ao outro, o que motiva o casal a realizar algumas mudanças. Se ambos participam do “contrato”, a tendência é melhorarem a comunicação, para que aprendam a lidar com os conflitos de forma mais construtiva. Assim, perceberão horas certas para discutirem ou aprenderão a respeitar o outro em determinados momentos nos quais pode não querer falar sobre o assunto. Por isso, no processo terapêutico, uma regra fundamental é dar a voz a cada um separadamente e saber também interromper a discussão quando esta não chegará a lugar algum.</p>
<p>A <strong>terapia sexual de casal</strong> é prática, baseada em interpretações simples e explicações acerca de um ou do outro parceiro. Seu principal objetivo é alcançar o entendimento do funcionamento sexual do casal e conseqüentemente resolver alguns problemas sexuais gerados apenas por falta de informação, de comunicação ou de interação.</p>
<p><strong>Texto de Rodrigo Torres – Psicólogo Clínico &#8211; Master em Sexologia Clínica</strong><br />
<strong> Contribuição de Symone Lopes – Psicóloga, Sexóloga.</strong></p>
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		<title>Comportamento</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 20:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clínica Sexestima Sexologia e Terapia de Casal</dc:creator>
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